segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Natal



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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

isolamento


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sábado, 12 de dezembro de 2009

a curva do "baleizão"

Na história do automobilismo angolano e das corridas de Luanda, há uma curva muito citada que é a curva do Hotel Continental.
Muitas das fotos das corridas de Luanda são dessa curva, e nesse hotel residiu (não, não me enganei) Nicha Cabral, o que torna ainda mais mítico esse lugar, junto ao então Largo Infante D. Henrique.
Mas esse mesmo local era sobretudo chamado por Baleizão, o que origina alguma confusão, pois nos circuitos pequenos, metade do largo assim popularmente denominado era contornado...

Mas porquê esse nome? A razão era tão simples, como a existência de um ponto de encontro muito apreciado, uma cervejaria e sorveteria, com uma eficaz distribuição de gelados por toda a cidade. Toda a gente sabia que "baleizão" era sinónimo dos gelados daquele sítio e ponto final!
O edifício onde funcionou o "Baleizão" estava até há meses totalmente em ruínas, sem cobertura e em risco de colapso total.
Mas adivinhem: qual é o nome actual daquela praça?

Há notícias da reabilitação daquele antigo edifício e dos adjacentes na imagem abaixo, para a instalação de um museu.
Reparem que na imagem abaixo, recorte dum postal do início da década de 1950, o "Baleizão" está lá, mas o Hotel Continental ainda não...


Segue-se outra imagem tirada do lado oriental do Largo Infante D. Henrique, recortada dum postal de inícios de '60s, já com o Hotel Continental e a respectiva esquina:


Neste zoom duma imagem de inícios de 60's vê-se o Hotel Continental ao fundo da Av dos Restauradores. É o edifício mais alto e notam-se perfeitamente os arruamentos:


Abaixo, o traçado duma versão do pequeno circuito que contornava o "largo do baleizão", versão usada no Palanca Negra de 1968:


No mapa anterior, consta também uma versão longa, mas não tão longa como outra já mostrada em posts anteriores. Esta versão, traçada no mapa a 'traço-ponto' em continuação com o traço 'a cheio' do Pequeno Circuito, não vai para além do Largo Pedro Alexandrino em frente às Portas de Mar:


Abaixo, o vitorioso Carlos Santos desfaz a curva do Hotel Continental, na última corrida que fez com o seu Lotus 47:

pode ser comentado no post original do CarVice

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

and she dared to come


I was about to prepare a picture composition and say if the queen won't come with the crown, the crown must go to the queen.



However the queen came for the people "rather boring because she was not wearing her crown" in Her Majesty words.



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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

again


From post to Val's surprise.

I said the song is a divagation about human individuality and relationship.

I said so because it was enough to understand it.

Cosmotics (not cosmic) is an abstract concept based on cosmic osmosis used per example 100 years ago by Fernando Pessoa and his friends joining poetry with philosophy.

Nowadays is used as art concept in ethereal poetry, music and painting.

This song is entirely cosmotic, philosophically speaking.
It is also characterized as hypnotic because repeats rhythms and concepts in order.

I consider myself happy to take nothing to understand this song.

Taking Flor's translation, I made another as I "listen" to it.

Things which happen out of time
are not subjected to consensus
they stay deep down
while the remainder lose.
Packaged knowledges
serves the present status,
Stood apart
and embargoed by the majority.
If out of time and present time
could be related and assimilated
we wouldn't need cosmotic trips.
Theories would be noticed
but intelligence restricts human autonomy.


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